Origem

Nossa Origem: Uma Linhagem de Tradição e Resistência

A base do nosso trabalho está alicerçada em uma das árvores genealógicas mais respeitadas da
Capoeira mundial. Essa trajetória de disciplina e arte começa com os pioneiros Mestre Neném e
Mestre Paizinho, cujos ensinamentos fundamentaram o es lo que seria imortalizado pelo lendário
Mestre Artur Emídio. Considerado um dos maiores ícones da história, Artur Emídio foi o
responsável por trazer a agilidade e a técnica refinada do interior da Bahia para o Rio de Janeiro.
Essa herança técnica passou por Mestre Paulo Gomes e chegou ao Mestre Valdir Sales, um dos
grandes sistema zadores da capoeira moderna, que imprimiu rigor técnico e organização ao
ensino da arte. Sob a tutela de Sales, formou-se Jorge Portes Ilídio (Mestre Portes), fundador do
Grupo Terra e mentor de uma geração de elite.
Dessa linhagem surgiu Mestre Hulk (Sidney Gonçalves de Freitas), que elevou a capoeira ao
reconhecimento global por sua eficiência e força. Consolidando este legado de décadas, Mestre
Hulk foi o responsável pela formação do Mestre Tota a Mestre 1º Grau, no ano de 2001.

Resumo da Sucessão Histórica:

Mestre Neném / Mestre Paizinho (As Raízes)

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Mestre Neném

TerritórioItabuna, sul da Bahia
OrigemAfricana
LinhagemNeném → Paizinho → Artur Emídio

Biografia

Mestre Neném, de Itabuna, no sul da Bahia, é uma das figuras mais antigas e discretas da genealogia da capoeira. É lembrado principalmente por sua origem africana e por ter sido o mestre de Mestre Paizinho, Teodoro Ramos. Mesmo com poucos registros biográficos formais, sua importância histórica é profunda, pois ele ocupa a raiz de uma linhagem que marcaria decisivamente o desenvolvimento da capoeira no século XX.

Em um período em que a capoeira era transmitida quase exclusivamente pela oralidade e pela convivência direta, mestres como Neném raramente deixaram documentos escritos. Ainda assim, sua memória sobrevive por meio dos discípulos que formou e das tradições que ajudou a preservar. Sua origem africana reforça a conexão com as matrizes culturais que deram forma à capoeira no Brasil.

A maior evidência de sua relevância está na linhagem que dele se origina. Mestre Neném formou Mestre Paizinho, que manteve viva a prática em Itabuna durante um período de repressão legal à capoeira, com treinos clandestinos, disciplina rigorosa e compromisso com a transmissão do saber. Paizinho, por sua vez, iniciaria Mestre Artur Emídio, figura central na consolidação da capoeira no Rio de Janeiro.

Dessa forma, Mestre Neném representa o elo ancestral entre a capoeira de raiz, ligada à experiência africana e às formas tradicionais de ensino, e a capoeira que mais tarde ganharia novos espaços urbanos, visibilidade cultural e reconhecimento nacional. Mesmo sem fama, academias ou registros fotográficos, sua presença permanece na continuidade da tradição.

Mestre Neném permanece como um mestre fundador silencioso: sua herança vive na linhagem Neném → Paizinho → Artur Emídio, um dos troncos importantes da capoeira que floresceu fora da Bahia e ajudou a moldar a capoeira moderna no Brasil.

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Mestre Paizinho

Teodoro Ramos

TerritórioItabuna, Bahia
MestreMestre Neném
DiscípuloMestre Artur Emídio

Biografia

Mestre Paizinho, Teodoro Ramos, ocupa um lugar central na história da capoeira em Itabuna, Bahia, sobretudo por ter sido o primeiro mestre de Mestre Artur Emídio. Foi discípulo de Mestre Neném, capoeirista de origem africana que está na raiz dessa linhagem.

Paizinho começou a ensinar capoeira a Artur Emídio quando o futuro mestre tinha apenas sete anos. Naquele período, a prática era proibida no Brasil. Os treinos aconteciam de forma clandestina, escondidos em morros e vielas e, frequentemente, durante a noite.

A perseguição não interrompeu seu compromisso com a arte. Mestre Paizinho chegou a ser preso diversas vezes por ensinar capoeira, mas persistiu na transmissão dos conhecimentos que havia recebido de Mestre Neném.

Segundo relatos atribuídos a Mestre Artur Emídio, Mestre Paizinho faleceu de meningite. Na memória oral da região de Itabuna e Ilhéus também circulam narrativas folclóricas e heroicas sobre sua morte, inclusive histórias envolvendo uma tentativa de voar de um coqueiro. Esses relatos pertencem à tradição oral e não são apresentados aqui como fato histórico comprovado.

Sua importância está na continuidade da tradição: Paizinho introduziu Artur Emídio no universo da capoeira e transmitiu a ele os conhecimentos recebidos de Mestre Neném. Apesar da proibição e das perseguições, manteve viva a capoeira em Itabuna e contribuiu para a formação de uma linhagem fundamental para a consolidação da arte no Rio de Janeiro.

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Mestre Artur Emídio (O Pioneiro)

Vida1930–2011
OrigemItabuna, sul da Bahia
Primeiro mestreMestre Paizinho

Biografia

Mestre Artur Emídio aprendeu capoeira ainda criança em Itabuna, no sul da Bahia. Começou a praticar aos sete anos com Mestre Paizinho, Teodoro Ramos, discípulo de Mestre Neném. Naquele período de proibição e perseguição à capoeira, os treinos aconteciam de forma clandestina, em morros e vielas e, muitas vezes, durante a noite.

Depois de aprender os fundamentos da arte em Itabuna, passou brevemente por São Paulo e chegou ao Rio de Janeiro por volta de 1953. Sua trajetória na cidade foi marcada tanto pela roda quanto pelas lutas de ringue, nas quais enfrentou praticantes de outras modalidades. Essa experiência contribuiu para um estilo reconhecido pela agilidade, rapidez e objetividade.

Artur Emídio tornou-se uma figura fundamental e um dos precursores da capoeira moderna no Rio de Janeiro. Estabeleceu uma importante escola e participou ativamente da consolidação da capoeira carioca, levando a arte a aulas, apresentações, programas de televisão e diferentes espaços culturais.

Como formador, transmitiu seus conhecimentos a uma geração de capoeiristas que teve papel importante na expansão da arte. Entre os nomes associados à sua escola estão Mestre Djalma Bandeira, Mestre Paulo Gomes, Mestre Mendonça, Mestra Leopoldina e Mestre Roberval Serejo.

Seu legado permanece na formação de mestres, na divulgação da capoeira e na continuidade da linhagem Mestre Neném → Mestre Paizinho → Mestre Artur Emídio. Sua trajetória, entre o ringue e a roda, deixou uma marca duradoura na capoeira do Rio de Janeiro e do Brasil.

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Mestre Paulo Gomes

Paulo Gomes da Cruz

Vida1941–1998
MestreMestre Artur Emídio
LegadoRio de Janeiro e São Paulo

Biografia

Mestre Paulo Gomes aprendeu capoeira na academia de Mestre Artur Emídio, no Rio de Janeiro. Nesse ambiente de formação, conviveu e treinou com nomes importantes como Leopoldina, Celso do Engenho e Djalma Bandeira.

Na década de 1960, mudou-se para São Paulo e tornou-se um dos responsáveis pela consolidação da capoeira na capital paulista. Em 11 de junho de 1963, criou o Centro de Capoeira Ilha de Maré, espaço que se tornaria uma referência. Também é creditado por ter criado o batismo na capoeira.

Sua atuação ultrapassou as rodas e academias. Mestre Paulo Gomes participou da articulação política pela valorização da capoeira, foi assessor do ex-governador de São Paulo Mário Covas e contribuiu para a instituição da Lei Estadual nº 4.649, de 7 de agosto de 1985, que definiu o dia 3 de agosto como o Dia do Capoeirista no estado de São Paulo.

Também deixou contribuições literárias e musicais. Publicou o livro Capoeira, a Arte Marcial Brasileira, em 1982, e registrou o trabalho musical Roda de Capoeira da Ilha de Maré.

Como formador, transmitiu seus conhecimentos a diversos capoeiristas. Entre os discípulos mencionados em sua trajetória estão Mestre Camisa, Professor Lamartine, Mestre Mintirinha, Mestre Gladson e Mestre Josias da Silva. Essa rede de alunos ampliou sua influência na capoeira contemporânea, nas universidades e em diferentes regiões do país.

Mestre Paulo Gomes faleceu em 23 de setembro de 1998, aos 57 anos, assassinado dentro de sua academia em São Paulo. Seu legado permanece na luta pela valorização e institucionalização da capoeira, na formação de mestres e na continuidade da linhagem de Mestre Artur Emídio.

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Mestre Valdir Sales

Valdir Sales

Vida1942–2019
OrigemLinhares, Espírito Santo
MestreMestre Paulo Gomes da Cruz

Biografia

Conhecido nas rodas de capoeira como Mestre Valdir Sales, nasceu em 1º de setembro de 1942, na cidade de Linhares, no Espírito Santo. Era filho de Antônio Sales e Rosalina Sepulco Sales.

Iniciou sua trajetória na capoeira em 1963 com Mestre Paulo Gomes da Cruz, na Associação de Capoeira Ilha de Maré. Foi formado mestre de capoeira em 1969, na Casa do Marinheiro, e tornou-se o primeiro mestre registrado na Federação Carioca de Pugilismo, no então Estado da Guanabara.

Além da capoeira, alcançou a graduação de 3º dan no karatê Shotokan e de 1º dan no judô. Também possuía formação como detetive e ministrou aulas para a Polícia do Exército e para a Marinha do Rio de Janeiro.

Mestre Valdir Sales foi casado com Dauria Cruz Ferreira Sales e pai de quatro filhos: Vanessa, Vanusa, Valesca e Varlley Sales. Ao longo de sua vida, também residiu em Ubá, no estado de Minas Gerais.

Os registros institucionais ainda destacam sua colaboração com o Regulamento Técnico da Capoeira, a criação do estilo próprio “Estilo Sabiá” e sua posição como mestre de Mestre Portes. Mestre Valdir Sales faleceu em 12 de maio de 2019.

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Mestre Portes

Jorge Portes Lídio

MestreMestre Valdir Sales
FormaçãoMestre em 1975
DiscípuloMestre Hulk

Biografia

Jorge Portes Lídio, conhecido no universo das artes marciais como Mestre Portes, é uma figura tradicional da capoeira no estado do Rio de Janeiro. Sua trajetória está ligada à expansão e à valorização da capoeira fluminense a partir da segunda metade do século XX.

Iniciou-se na capoeira em 1972 com Mestre Valdir Sales e recebeu a graduação de mestre em 1975. Consolidou seu trabalho na Baixada Fluminense e no Rio de Janeiro, dedicando-se à preservação dos fundamentos técnicos, da malícia e da musicalidade da capoeira, com um estilo de jogo voltado à eficiência e à defesa pessoal.

Fundou a Associação de Capoeira Portes, que se tornou um espaço de resistência cultural e inclusão social, levando o ensino da capoeira a jovens da periferia carioca e fluminense. Também esteve entre os fundadores da Federação de Capoeira da Baixada Fluminense.

Um dos pontos centrais de seu legado é a formação de Sídney Gonçalves Freitas, o Mestre Hulk. Em 1974, Mestre Portes introduziu o jovem capoeirista na arte e lhe transmitiu uma base técnica, ágil e estratégica. Essa formação ganharia projeção em 1995, quando Mestre Hulk venceu Amaury Bitetti em 22 segundos, no Desafio Internacional de Vale-Tudo realizado no Maracanãzinho.

Em 7 de setembro de 2013, no SESC de Nova Iguaçu, Mestre Portes entregou a Mestre Hulk a graduação máxima, o cordel branco, reconhecendo publicamente a maturidade e a continuidade de sua linhagem.

Sua filosofia de trabalho reúne disciplina marcial, preparo físico e mental, compromisso social e preservação histórica. Por meio das rodas e das aulas, Mestre Portes valorizou a capoeira como luta de libertação, instrumento de inclusão e tradição transmitida entre gerações.

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Mestre Hulk

Sídney Gonçalves Freitas

Nascimento1962, Rio de Janeiro
MestreMestre Portes
GraduaçãoMestre desde 1983

Biografia

Sídney Gonçalves Freitas, conhecido como Mestre Hulk, nasceu em 1962, no estado do Rio de Janeiro.

Começou na capoeira em 1974 com Mestre Portes. Tornou-se mestre em 1983 e, em 7 de setembro de 2013, recebeu das mãos de seu mestre o cordel branco, graduação máxima, durante cerimônia realizada no SESC de Nova Iguaçu.

Em 16 de setembro de 1993, fundou a Associação de Capoeira Terra Firme. O grupo cresceu no Rio de Janeiro e posteriormente ampliou sua atuação para outras regiões do Brasil e do mundo.

Um marco de sua trajetória ocorreu em agosto de 1995, no Desafio Internacional de Vale Tudo, realizado no Maracanãzinho. Na luta final, Mestre Hulk derrotou por nocaute, em 22 segundos, Amaury Bitetti, atleta do jiu-jitsu. A vitória ganhou destaque na história da capoeira como demonstração de sua dimensão de combate.

Além da atuação esportiva e cultural, Mestre Hulk desenvolveu trabalhos sociais em comunidades e em instituições de apoio a crianças com necessidades especiais, utilizando a capoeira como instrumento de acolhimento, formação e inclusão.

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Mestre Tota

Carlos Alexandre de Oliveira

Nascimento10 de janeiro de 1971
MestreMestre Hulk
Fundação do CCNM15 de abril de 2006

Biografia

Carlos Alexandre de Oliveira, conhecido como Mestre Tota, nasceu em 10 de janeiro de 1971.

Começou na capoeira em 1981, aos dez anos de idade, na cidade de Valença, no estado do Rio de Janeiro.

Em 2001, foi formado mestre por Sídney Gonçalves Freitas, o Mestre Hulk, na cidade do Rio de Janeiro, dando continuidade à linhagem de mestres que constitui as Raízes da Nação.

Em 15 de abril de 2006, fundou o Centro Cultural Nação Mestiça, instituição dedicada à cultura, à educação, à memória e à transformação social por meio da capoeira e de outras manifestações culturais.

Recebeu a graduação de Mestre Branco e Azul (3º grau) em 2025.

Os registros preservados no Centro Cultural também documentam sua atuação na presidência da instituição nos períodos de 2019 a 2021; de 2023 a 2026 e na gestão atual, 2026-2029.

MESTRES FORMADOS PELA NAÇÃO:

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Mestre Marrento

Marcus Vinicius de Oliveira

Nascimento29 de abril de 1982
MestreMestre Tota
Formação15 de novembro de 2015

Biografia

Marcus Vinicius de Oliveira, conhecido como Mestre Marrento, nasceu em 29 de abril de 1982.

Iniciou na capoeira em 1996, aos 14 anos, com Carlos Alexandre de Oliveira, o Mestre Tota.

Em 15 de novembro de 2015, foi formado Mestre de 1º grau, com as cores branca e verde. Tornou-se o primeiro mestre formado pelo Centro Cultural Nação Mestiça, marcando o início de uma nova geração dentro da linhagem da instituição.

Em 2026, recebeu a graduação de Mestre Branco e Amarelo (2º grau).

Os registros preservados pelo Centro Cultural também documentam sua atuação como presidente do CCNM no biênio 2021–2022.

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Mestre Zulu

Cristiano da Silva Correa

Nascimento12 de março de 1979
Início na capoeira1998, em Rio das Flores/RJ
Formação10 de julho de 2022

Biografia

Cristiano da Silva Correa, conhecido como Mestre Zulu, nasceu em 12 de março de 1979.

Iniciou na capoeira em 1998, aos 19 anos de idade, na cidade de Rio das Flores, no estado do Rio de Janeiro.

Em 10 de julho de 2022, foi formado Mestre de 1º grau, com as cores branca e verde. Tornou-se o segundo mestre formado pelo Centro Cultural Nação Mestiça, dando continuidade à transmissão da linhagem da instituição.

Os registros preservados no Centro Cultural também documentam sua participação como membro da Diretoria do CCNM.

Desenvolve um trabalho de impacto social denominado “Projeto Resgate” na filial de Rio das Flores/RJ, oferecendo oficinas e atividades culturais voltadas para crianças, jovens e adultos.  

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Mestre Mandíbula

Carlos Eduardo de Paiva Castro

Nascimento12 de fevereiro de 1976
MestreMestre Tota
Formação10 de julho de 2022

Biografia

Carlos Eduardo de Paiva Castro, conhecido como Mestre Mandíbula, nasceu em 12 de fevereiro de 1976.

Iniciou na capoeira em 1998, aos 22 anos de idade, com Carlos Alexandre de Oliveira, o Mestre Tota, na cidade de Valença, no estado do Rio de Janeiro.

Em 10 de julho de 2022, foi formado Mestre de 1º grau, com as cores branca e verde. Tornou-se o terceiro mestre formado pelo Centro Cultural Nação Mestiça.

Os registros preservados no Centro Cultural também documentam sua atuação como diretor do CCNM.

Desenvolve um trabalho de impacto social denominado “Projeto Raízes Ancestrais” na filial Centro, em Valença/RJ, oferecendo oficinas e atividades culturais voltadas para crianças, jovens e adultos.  

Fundamentos e Ancestralidade

      Para compreender a Capoeira que pra camos, reverenciamos os pilares que transformaram esta arte em patrimônio da humanidade:

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Mestre Bimba (Manoel dos Reis Machado):

O criador da Capoeira Regional. Introduziu a metodologia, a disciplina e a eficiência do combate em pé.

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Mestre Pastinha (Vicente Ferreira Pastinha):

O guardião da Capoeira Angola. Preservou a mandinga, o ritual, a filosofia e a ancestralidade da roda.

     Nossa Identidade: Nossa escola sintetiza esses valores ao unir a malícia do jogo de chão com a objetividade do combate em pé. Honramos o passado para projetar o futuro, formando capoeiristas que dominam tanto o ritual sagrado quanto a performance técnica.